terça-feira, 22 de julho de 2008

El Velòdrom Olímpic d’Horta, a Barcelona






http://www.catalunyateam.com/wordpress/index.php?s=competicions
http://barcelona.indymedia.org/newswire/display/281585/index.php
http://www.espaibici.com/

Ruas do mundo!






Velódromo de Malveira, Portugal








domingo, 20 de julho de 2008

BICICLETADA DE CURITIBA em JULHO

Neste mês a Bicicletada de Curitiba recebe vários amigos da Bicicletada de São Paulo!
Espalhe o Gospel da bicicleta no trânsito e traga os amigos e a família para fazermos da Bicicletada do mês de julho a maior que a capital dos pinheirais já viu...

domingo, 25 de maio de 2008

Berliner Straßen




Apesar da indústria de entregas em bicicleta ser relativamente grande aqui em Berlim, a maioria dos Couriers não utlizam fixas. A "moda" aqui ainda não pegou como pegou em Londres e NYC e os únicos lugares onde se pode encontrar algumas fixas pelas ruas são nos bairros Mitte, Prenzlauerberg e Kreuzberg (onde fica a incrível loja Keirin Berlin).

E os caras pedalando "discostas" acham que tão fazendo muito...

DESAFIO INTERMODAL 2008

Bicicletada-Curitiba realiza segunda edição do Desafio Intermodal

Diga lá: entre o ciclista, o motorista de carro, o de moto, o usuário de ônibus e o pedestre, quem é mais rápido? Quem polui menos? E quem se estressa mais? Para desvendar esse mistério, o grupo Bicicletada-Curitiba, em parceria com o Programa Ciclovida da UFPR, irá realizar a segunda edição do Desafio Intermodal no dia 28 de maio, às 18h. O percurso é o mesmo do ano passado: saída da ciclofaixa da Rua Augusto Stresser, Câmara de Vereadores como ponto intermediário e chegada na Prefeitura de Curitiba.


Nesta edição, serão mais participantes: um ciclista atleta, um ciclista master (com mais de 50 anos), um ciclista que utilizará bicicleta dobrável e ônibus, um ciclista urbano com uma roda-fixa, outro ciclista urbano, um pedestre, um corredor, um skatista, um usuário de ônibus, um de táxi, um motorista de automóvel e um motociclista.

No ranking, além do tempo, serão levados em consideração quesitos como poluição, despesa, energia gasta, dióxido de carbono e ruído emitidos, para constatar qual é o veículo mais eficiente. Há também outro ranking com quesitos subjetivos, onde são analisados, pelos usuários de cada transporte participante do desafio, critérios de praticidade, segurança, conforto e conflito.

O primeiro Desafio Intermodal foi realizado no dia 10 de outubro do ano passado. Na ocasião, uma das bicicletas participantes venceu a corrida. E ainda: os resultados finais do desafio mostraram que, além de mais rápida, a bicicleta é o veículo mais eficiente a ser usado na cidade em horário de pico, quando milhares de curitibanos ficam presos no trânsito. Para o grupo, os resultados não demonstram, necessariamente, a supremacia da bicicleta, mas a inviabilidade de se planejar a cidade tendo o carro como prioridade.


Engana-se quem pensa que comprovar que a bicicleta é sempre a melhor opção seja a intenção da Bicicletada-Curitiba ao realizar o Desafio Intermodal. O objetivo é mostrar a necessidade de uma política urbana de mobilidade que dê ao transporte não-motorizado a devida atenção.

domingo, 11 de maio de 2008

DESAFIO INTERMODAL 2008


"O pior cego é o que não quer ver". Mais uma vez faremos o desafio intermodal em Curitiba para lembrar e re-lembrar ao motorista e ao usuário do transporte público que existe uma maneira muito mais rápida, barata e divertida de se locomover pela cidade...

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Como (não) travar sua bicicleta.

Aqui seguem algumas fotos tiradas em Shoreditch (uma espécie de Vicente Machado vitaminada de Londres). Esta é a área dos bares e onde as modas são lançadas. Como as fixas cada vez mais ganham o status de acessório de moda, é impossível caminhar pelas calçadas sem literalmente tropeçar em dezenas de fixas. Como era de se esperar, muitos destes fashionistas começaram a pedalar recentemente e não sabem muito bem como prender suas bicicletas.
Nesta postagem, além de mostrar mais algumas belas fixas, comentarei sobre a maneira como as mesmas estão presas e quão eficiente é o método...

Duas fixas acasalando. Note que a vermelha tem uma grossa corrente prendendo quadro, roda traseira e o selim Brooks. Infelizmente (ou felizmente para os senhores da "mão-leve"), a roda dianteira esta solta. O ideal neste caso (quando a corrente não é longa o suficiente) é remover a roda dianteira e prender junto da roda traseira pelo aro (e não pelos raios como veremos abaixo). A Bianchi Pista logo atrás esta sem a roda dianteira (que se não foi tirada por um dono prevenido, já foi levada pelo amigo do alheio).

Uma relativamente bem presa Viking. Note que a roda dianteira foi removida para ser presa junto com o conjunto roda traseira/quadro. Isso é uma ótima opção para travas curtas como esta. O problema aqui é que a trava não é das melhores.

Este "objeto de arte sobre rodas" (fico imaginando o dia em que as pessoas começarem a combinar sua roupa íntima com a cor de suas fixas aqui na Inglaterra!) esta de certa forma bem presa. Fato é, que apesar de usando uma trava barata (como a fixa a cima) e prendendo apenas a roda dianteira (lembre-se que "se tiver que escolher entre travar roda dianteira e traseira, sempre opte por travar as duas"), ela está ao lado da porta de um dos bares mais movimentados da área (o "Jaguar Shoes") e presa em uma posição fora do comum e chamativa.
Posições chamativas são uma ótima idéia na hora de prender sua bicicleta! Infelizmente a "sabedoria popular" faz com que as pessoas tendam a deixar suas bicicletas em lugares "escondidos", o que acaba por facilitar a vida do larápio na hora de usar seu jogo de ferramentas de arrebentar travas e correntes...

Esta Pennine esta demais! Esse é o exemplo clássico da máxima "de boas intenções, os ladrões fazem a festa!", ou coisa que o valha. Note que a corrente dá até graça de tão pequena e a roda dianteira (apesar de removida, para ser travada junto do conjunto roda traseira/quadro) foi presa pelos raios! Cortar 4 raios com um alicate de corte é uma tarefa que leva cerca de 4 segundos e lá se foi uma roda dianteira...

Essa é hors-concours! Note que a pisteira Genesis esta muito bem equipada com várias peças caras e presa da pior maneira possível. Um ladrão "legal" roubaria, em primeiro lugar, ambas rodas (30 segundos). O dono ficaria um tanto quanto aborrecido e deixaria o que sobrou ali mesmo. Durante a noite a "depenação" prosseguiria, começando pelo selim e canote (10 segundos), passando pelo guidão (20 segundos) e se ainda sobrasse um tempinho, pedivela e pedais, transformando essa bici em mais um dos tantos "quadro depenado preso num poste de Londres".

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Velódromo de Herne Hill em Londres

Detalhe do belo logo art déco no gramado ao redor do velódromo. Além da pista, a área comporta também uma trilha para Bicicletas de Montanha.

As velhas arquibancadas usadas pelos espectadores ao acompanharem as provas das Olimpíadas de 1948!


O quadro de avisos mostra os horários de treino e os eventos que ocorrem regularmente na pista.

A entrada é difícil de ser encontrada, pois a área do velódromo é circundada por casas (Vide Google Earth), ficando apenas um beco de acesso.

Detalhe das arquibancadas ao fundo.

Detalhe da inclinação de 30º no paredão.

Cartaz anunciando o evento clássico da Sexta-feira Santa.

Enquanto eu tirava as fotos para esta postagem, uma reportagem estava sendo filmada. Com as fixas ganhando cada vez mais popularidade no Reino Unido, arrisco dizer que o tema era "as fixas de ontem e as fixas de hoje".

O velódromo de Herne Hill é um dos melhores velódromos do Reino Unido e é o único centro esportivo utilizado nas Olimpíadas de 1948 ainda em uso.

Apesar de não ser o velódromo que vai ser utilizado nos Jogos Olímpicos de 2012, a pista sexagenária contribuiu para iniciar e formar vários dos atletas que em 2012 competirão no Velódromo coberto de Manchester (http://www.manchestervelodrome.com/), no norte da Inglaterra.

Além de ser um importante velódromo de nível internacional, onde são promovidas inúmeras competições profissionais, o Herne Hill é importante para as crianças e
iniciantes em começo de carreira.

A pista possui 450 metros de comprimento e uma inclinação máxima de 30 graus. Com uma superfície sintética de epóxi este é um velódromo rápido, seguro e confortável para amadores e profissionais do esporte. Quando adotado nos anos 90 a superfície de epóxi (de secagem rápida após as chuvas de primavera) se provou perigosa nos meses de inverno pelo acúmulo de limo, por isso a impossibilidade de utilização durante os meses mais frios e úmidos do hemisfério norte.

Desde sua construção, a pista passou por várias administrações diferentes, tendo sido controlada pela prefeitura municipal, sub-prefeitura do bairro onde se encontra, união nacional de ciclismo e por fim da comunidade e do clube de ciclismo independente “Velo Club Londres”.

A equipe de treinamento do velódromo é bem organizada e seções de treino são organizadas semanalmente (exceto nos meses de inverno, quando o velódromo fica fechado) e por cerca de R$12,00 pode-se fazer uma aula inicial e receber o certificado para poder treinar regularmente.

O que é interessante em relação ao gerenciamento do velódromo é que somente depois do acordo feito entre o bairro de Dulwich, a associação britânica de ciclismo e os usuários associados ao VC Londres é que o velódromo encontrou a estabilidade que promete permanecer a médio e longo prazo.

Torneio da Sexta-feira Santa

O mundialmente famoso Torneio da Sexta-feira Santa aconteceu pela primeira vez em 1903, quando a União de Ciclismo dos Condados do Sul de Londres começou a organizar o evento (que dura quase que ininterruptamente até hoje) que via os melhores sprinters amadores ingleses e continentais.

O evento foi especialmente bem sucedido no pós-guerra e em 1948, graças a um acordo de patrocínio com o importante tablóide inglês “News of the world”, o Torneio da Sexta-feira Santa foi crescendo em popularidade até entrar em declínio no fim da década de sessenta.

O ciclismo de pista sofreu uma grande perda de popularidade nas décadas de 70 e 80 na Inglaterra, tendo voltado aos holofotes no fim da década de 90 graças à popularização do uso de fixas!

http://www.hernehillvelodrome.co.uk/

Perigos da Roda-fixa (parte 5)


Alguns dos perigos das fixas existem quando se esta em cima delas, inclusive alguns deles foram mostrados em postagens antigas(http://rodafixa.blogspot.com/2007/06/perigos-da-roda-fixa-parte-1.html e http://rodafixa.blogspot.com/2007/08/segurana-no-trnsito-parte-3.html).

Lembre-se de não pedalar com roupas largas (tanto calças quantos jaquetas e casacos esvoaçantes!) e com tênis com cadarço. Os cadarços e as barras de sua calça podem engatar em partes da tração como a corrente ou os pedais e nesse caso você não terá a opção de simplesmente parar de pedalar e pedalar para trás em seguida para desengatar!

Além destes, existe um perigo maior quando a bicicleta esta na oficina!

Imagine o estrago que sofre a barra de uma calça jeans ao ser travada entre a corrente e a coroa ou pinhão...Agora imagine um dedo na mesma situação!

Quando se esta na oficina, é normal “pedalar” a bicicleta com as mãos ao testar ajustes ou identificar problemas. A questão aqui, é que graças à inércia da roda, o conjunto não irá parar de girar e você poderá facilmente perder um dedo caso isso ocorra!

Atenção redobrada ao testar sua fixa e lembre-se de alertar seu mecânico em relação à este perigo!

Não esqueça também que ao pedalar, um casaco solto demais pode engatar em algum “objeto” (poste, espelho retrovisor de uma moto, pedestre, etc.) e te derrubar...

Imagem original: http://sheldonbrown.com/fixed.html

quinta-feira, 20 de março de 2008

E a moda vai se espalhando pelo mundo...


PS. Adorei o comentário sobre a roda aero na parte dianteira "que não fazem o menor sentido, mas isso não importa pois estão na moda!".

domingo, 16 de março de 2008

segunda-feira, 3 de março de 2008

Fixa Bruno Machado


Quando eu vi a bicicleta do Gabriel pela primeira vez fiquei curioso porque parecia que faltava alguma coisa, quer dizer, achei que a bicicleta dele era simples demais para ser uma boa bicicleta. Logo depois da 10ª pergunta ele me perguntou se eu não queria andar um pouco para dar uma olhada.

Logo me convenci que em pouco tempo teria uma.

Hoje, convertido ao Culto da Roda-Fixa, já pedalo sem freio na minha mountain convertida, e quero logo adquirir um quadro de caloi10 - ou similar - do meu tamanho (56 ou 57cm), para pedalar ainda melhor.

Uma roda-fixa serve para quem quer ver a força empregada nos pedais ser convertida em mais velocidade, ou seja, pedalar rápido e com constância. Uma roda-fixa é para quem não gosta de "empurrar" aqueles câmbios feitos em Taiwan, para quem não gosta de ouvir barulhos estranhos ao pedalar e para quem acha que uma bicicleta deve ser elegante.

Hoje minha velha Sundown parece um navio cargueiro encalhado. Posso dizer que as moutains mais leves e com câmbios de última geração se aproximam no conforto, mas não tem a rooteza, a sagacidade e a maestria de uma roda-fixa.

Como diz o Dulcio, na fixa é mais "você com a bike", uma coisa de intimidade.

Sem falar que dá para pedalar sem as mãos o tempo todo - bom para fotografias em movimento e para voltar para casa com a mão no bolso (ou na orelha) num dia de frio. Sim, já fiz isso. "É o mesmo princípio do monociclo" (Gabba, vr. 4 cp. 5).

Tive a sorte de conseguir um bom pedivela (Sachs) a preço de ocasião, bem na numeração que eu queria (52 dentes), "numeração rara nesse tipo de peça" o vendedor me disse, em uma bicicletaria meio obscura que fica numa rua desconhecida, e, além disso, o Gabriel vendeu-me as rodas usadas em sua clássica Ali – um negócio da China.

Vendedores nunca vão te recomendar uma roda-fixa simplesmente porque eles não tem nenhuma para vender. Alguns acham que você está falando de freio-no-pé. Os bikers especializados entendem que as peças atuais fazem uma bicicleta muito rápida e confortável, mas um jogo de câmbio atualizado da Shimano custa na loja o mesmo que montar uma roda-fixa inteira. Gostaria de ter uma bicicleta com amortecedores para descer a Estrada da Graciosa, mas para as ruas curitibanas, estou fixo na fixa.

É legal aprender sozinho, mas algumas dicas desse blog que não lembrava, tive que aprender na marra: Lembre seu mecânico de travar a roda com a cola trava-rosca, sem a qual seu pinhão vai se soltar com a força contra-pedal. Principalmente se você quiser tirar os freios. Mantenha a corrente bem alinhada para que ela não caia, atenção vários metros à frente, não use cadarços fora do tênis e dobre a barra da calça até o joelho – para não ter que frear a bicicleta de um modo muito estranho e pouco divertido.

Levar um pequeno kit de ferramentas, câmara reserva, fazer revisões periódicas etc - é, às vezes, o que falta para garantir a pedalada de volta pra casa.

Use luvas e até capacete se sua religião permitir. Geralmente numa queda você tenta minimizar o impacto com as mãos, então uma boa luva é essencial.

Andar sem freio não tem nada a ver com descuido, muito pelo contrário, é aí que você não se arrisca mesmo. A fixa com dois freios gruda que nem chiclete no chão. Ter freio traseiro é redundante. Mas como eu me empolgo demais, e acrescentando o fato que o resto do trânsito não sabe que você está usando uma super rápida bicicleta que não sabe simplesmente "parar", só sabe acelerar e acelerar... a próxima versão da minha fixa terá o freio dianteiro. Só para emergências, porque nada como não precisar de freios. E de marchas.

Recomendo altamente.

sábado, 1 de março de 2008

Massa Crítica Bissexta em Londres

Concentração embaixo da Ponte de Waterloo.

Fixas,

fixas


e mais fixas!

Fotógrafo com uma fixa. Um dos quadros mais exóticos que vi na vida, diga-se de passagem.

Bicicleta ambulância.

As Casas do Parlamento.

Polícia Ciclística.

Sistema de som.
Pedalando pelo Paul.

Rua Oxford.

Circo de Picadilly.

O Grande Ben.

Trixie Chicks(?). Garotas e fixas.

http://www.criticalmasslondon.org.uk


Ontem participei de minha segunda Massa Crítica aqui em Londres. Ao contrário da primeira, esta foi mais "seca" e o único problema foi o vento. Aliás, não sei como tem tanta gente aqui que pedala com aros aero e muitas vezes com rodas fechadas na frente! Um perigo nos ventos laterais!

Não sou muito bom em presumir o número de pessoas em grandes aglomerações, mas arriscaria dizer que no começo havia cerca de 500 pessoas. Imaginando que no verão a bicicletada daqui chega a 2000 pessoas, esta não estava mal pra uma sexta de inverno.

A participação das fixas é sempre visível, apesar é claro da MC aqui contar com absolutamente todo tipo de gente. Desde o hippie velho até os "dedicados seguidores da moda". Da "tall bike" até as mais normais bicicletas dobráveis. O que é legal, é que todo mundo pedala.

Alguns dizem que não há mais o que reclamar por aqui, pois o prefeito atual fez muito pelos ciclistas, mas muitas pessoas ainda estão zangadas com um grande problema para os ciclistas: "motoristas de caminhão bêbados no centro da cidade". Um desses matou um cara chamado Paul semana passada e o grupo de pessoas com bandeirolas brancas estavam prestando uma homenagem póstuma a ele.

A rota aqui também é decidida na hora e desta vez contamos com dois "sistemas de som": um tocando musica eletrônica e outro tocando musica jamaicana. Atravessar a Ponte de Waterloo ocupando a via toda e passar pelas estreitas ruas do Soho com a polícia em bicicletas nos dando cobertura é uma ótima sensação.

O clima de camaradagem é grande e as pessoas são muito simpáticas e divertidas. Inclusive a polícia, realmente esta pedalando junto para "servir e proteger". Conversei com muitos oficiais e notei que muitos estão na MC com o mesmo intuito dos participantes não fardados. Inclusive vou tentar organizar uma entrevista com o chefe da polícia ciclística daqui para saber mais sobre o treinamento e o trabalho dos caras.

As fixas chamam atenção especial. Especialmente um grupo de garotas que pedala fixas chamadas "Trixie Chicks", com suas bicis coloridas e femininas.

Ao pararmos em frente às Casas do Parlamento, fizemos a clássica posse com as bicicletas a cima das cabeças e em seguida uma "mandala gigante" ao redor da praça por alguns minutos, juntando forças com os piqueteiros acampados que pedem a retirada das tropas do Iraque.

Depois disso uma rápida passada em frente a casa da Rainha e um pequeno incidente ao chegar à Praça de Trafalgar: um transeunte visivelmente alcoolizado bolinou uma ciclista, o que levou a polícia a tomar providências drásticas quando o mesmo atacou um dos oficiais.

Seria legal mandar a Guarda Municipal e a Polícia Militar de Curitiba fazer um estágio com a Polícia Metropolitana aqui de Londres, pra aprender um pouco de bons modos e lembrar que os homens da lei existem para "servir e proteger" e não "extorquir e corromper"!


Links interessantes:

http://www.myspace.com/trixiechix

- Garotas, fixas, moda e polo.

http://www.metpolicecareers.co.uk/default.asp?action=article&ID=115

- A volta da Polícia Ciclista em Londres.

http://news.bbc.co.uk/1/hi/england/london/6677589.stm

- Institucionalização da Massa Crítica de Londres.